"Nestas impressões sem nexo, nem desejo de nexo, narro indiferentemente a minha autobiografia sem factos, a minha história sem vida. São as minhas confissões, e, se nelas nada digo, é que nada tenho que dizer" - Fernando Pessoa
quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Música
Nasci Para Chorar
Eu levo a minha vida
Chorando pelo mundo
Talvez até tivesse
Algum desgosto profundo
Procuro na memória
Procuro me lembrar
E não encontro
Nasci para chorar
Se vejo uma garota
Sorrindo para mim
E ela me pergunta
Porque sou tão triste assim
Fico sem resposta
Digo adeus e vou embora
Pois é hora
É hora de chorar
E continuo a felicidade procurando
Mas sempre a solidão e a tristeza encontrando
Às vezes desconfio que a alegria
É ilusão e que o amor
Não entra no meu coração
Não sei porque razão eu sofro tanto desse jeito
As garotas dizem que ser triste é meu defeito
Quero ser alegre, ter alguém para amar
Mas eu não posso
Nasci para chorar
Momento Loucura!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Bicicleta e Rodinhas

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Closer to love
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Bolo Xadrez
Bolo Branco:
4 ovos
2 xic de açúcar
1/2 xic de água
1/2 xic de óleo
3 xic de trigo
1 col (sopa) de fermento
Bolo Preto:
4 ovos
2 xic de açúcar
1/2 xic de água
1/2 xic de óleo
3 xic de trigo
1 xic de chocolate
1 col (sopa) de fermento
Depois de pronto corte os bolos horizontalmente ao meio e depois com auxílio de algo circular faça discos. Ficará assim:
Agora é só montar, mesclando a parte clara com a escura.
domingo, 21 de novembro de 2010
Apredizado
“Com ele aprendi a conhecer, com ela a esquecer.
Com ele muitas coisas mudaram. Metamorfóses constantes.
Com ela a mudança veio e estagnou.”
“De uma corrida, a uma parada. Um deslize, uma lição.
Ele sempre me dava outra chance, ou opção.
Me ensinava, me explicava. Havia sempre orientação.”
“Ela não. Chega e arrasa. É radical.
Sem explicações mete a mão.
Como em um filme sem sentido,
Os espectadores boquiabertos.
Ela não é arbitral.”
“Nesse caminho andam os dois.
Ele sempre primeiro e ela depois.
Nascimento e morte,
Ele e ela
Começo e fim.”