segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Bicicleta e Rodinhas

É tão engraçado como as pessoas são.
Quanto mais conheço as pessoas, mais intrigado fico.
Nem digo com relação afetiva, ou desta ou daquela forma específica.
Só acho engraçado o quanto as pessoas estão preocupadas com o seu "Eu".

Quando isso acontece, não raro essas pessoas se tornam frívola, egocêntrica.
Algumas pessoas já devem estar pensando porque estou falando tanto nisso.
Mas é que vi uma cena hoje de manhã que me fez o que pensar.

Hoje eu vi um garoto, com mais ou menos 12 anos andando de bicicleta.
O fato é que, na sua bicicleta estavam duas rodinhas no pneu traseiro.
Ah! Tá bom... quem nunca viu uma bicicleta com rodinha...
Realmente. Muitas crianças colocam rodinhas em suas bikes.
Até a minha tinha.

Mas a rodinha dele estava vira para cima.
E pelo estado das rodas e do parafuso,
já estava assim, para cima, por pelo menos um ano. Ou mais.

Aí é onde quero chegar. O garoto da bike representa cada ser humano.
Não importa se ele é bom o suficiente.
Não importa se ele já anda sem as rodinhas,
Ele insiste em mostrar que já sabe.

O que se ganha com isso.
Qual é a da auto-promoção?
Um enigma, realmente.
Assim ouso terminar com o próprio início:

É tão engraçado como as pessoas são.
Quanto mais conheço as pessoas, mais intrigado fico.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Closer to love

She got the call today, one out of the grey
And when the smoke cleared, it took her breath away
She said she didn't believe 'it could happen to me'
I guess we're all one phone call from our knees
We're gonna get there soon

If every building falls, and all the stars fade
We'll still be singing this song, the one they can't take away
Gonna get there soon, she's gonna be there too
Cryin' in her room, prayin' "Lord come through"
We're gonna get there soon

(Chorus)
Oh it's your light; oh it's your way
You pull me out of the dark, just to shoulder the weight
Cryin' out now, from so far away
You pull me closer to love, closer to love

Meet me once again, down off Lake Michigan
Where we could feel the storm blowin'
Down with the wind
And don't apologize for all the tears you've cried
You've been way too strong now for all your life
I'm gonna get there soon, you're gonna be there too
Cryin' in your room, prayin' "Lord come through"
We're gonna get there soon

(Chorus)
Cause you are all that I've waited for all my life
(We're gonna get there)
You are all that I've waited for all my life
You pull me closer to love, closer to love
Pull me closer to love
You pull me closer to love
Closer to love, closer to love, closer to love
You pull me closer to love



Dedicado a alguém que sequer sabe que a amo!
Jonathan Rodrigues

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Bolo Xadrez

05122010110

 

 

Bolo Branco:

4 ovos

2 xic de açúcar

1/2 xic de água

1/2 xic de óleo

3 xic de trigo

1 col (sopa) de fermento

 

 

 

 

Bolo Preto:

4 ovos

2 xic de açúcar

1/2 xic de água

1/2 xic de óleo

3 xic de trigo

1 xic de chocolate

1 col (sopa) de fermento

 

Depois de pronto corte os bolos horizontalmente ao meio e depois com auxílio de algo circular faça discos. Ficará assim:

Sem título

Agora é só montar, mesclando a parte clara com a escura.

05122010109

domingo, 21 de novembro de 2010

Apredizado

Vida e morte

 

“Com ele aprendi a conhecer, com ela a esquecer.

Com ele muitas coisas mudaram. Metamorfóses constantes.

Com ela a mudança veio e estagnou.”

 

“De uma corrida, a uma parada. Um deslize, uma lição.

Ele sempre me dava outra chance, ou opção.

Me ensinava, me explicava. Havia sempre orientação.”

 

“Ela não. Chega e arrasa. É radical.

Sem explicações mete a  mão.

Como em um filme sem sentido,

Os espectadores boquiabertos.

Ela não é arbitral.”

 

“Nesse caminho andam os dois.

Ele sempre primeiro e ela depois.

Nascimento e morte,

Ele e ela

Começo e fim.”

domingo, 14 de novembro de 2010

Morreu...

Hoje eu cheguei a uma trágica conclusão...
...meu amigo imaginário morreu.
Ele me acompanhava durante todas minhas caminhadas.

Hoje, neste exato momento enquanto pensava sobre
o que escreveria... me lembrei que ele não está mais comigo.
Muitos me dirão coisas estranhas e sem sentido.
Pouco me importa agora.

Afinal, não sei se era o meu medo
ou minha companhia.
Hoje estou mais corajoso, e mais só.

Talvez agora eu pare de escrever coisas sem sentido e faça algo que realmente valha a pena!

sábado, 6 de novembro de 2010

Caraaacaaa.... tem mais de mês que não postooo!!!
RSRSRS!!! Mas isso se explica pela vida corrida! (?)
hehehe...Hoje tudo se explica dizendo: "Tá muito corrido"
Bom... pretendo não deixar este pobre blog abandonado!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

DECIDI SER FELIZ

Hoje acordei com pássaros
Cantando em minha janela
Será que cantavam ali pela primeira vez
Ou eu estou despertando para a vida?

Para perceber que Deus me ilumina
Que me manda notícias alvissareiras
Mostrando-me que a vida
Não é só dor e sofrimento?

Fiquei embevecido ouvindo aqueles canários
Livres, felizes, anunciando
Num novo ano esperança...

Então decidi ir à luta e ser feliz
Eu não estou abandonado e nem só
Há muitos que me amam

A vida é um mistério
Que merece ser vivido com intensidade
Eu acredito que posso
Eu quero a minha quota de felicidade
Eu decidi ser feliz...

Mário Feijó

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Como sacanear seu Dono


http://geekcats.com

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Tio, eu não sou criança!

Tinha mais ou menos 1,2 metros. Moreno claro, com um tom pálido no rosto.
Na sua mão direita ele levava um Ioiô. E brincava o tempo todo.
Esse garoto se chamava Nano. Na verdade carinhosamente fora apelidado assim.
Sempre quieto, no seu canto. Quando não estava brincando, sua face era escondida
por algum muro. "Esse menino tem problema!" - diziam.

Não tinha problema algum. Ele tinha na verdade era a solução.
Naquele franzino ser, escondia uma ínfima normalidade.
O segredo era não ser normal. E sim
extraordinariamente anormal.

Nano era considerado louco, aos olhos dos medíocres.
Medíocre são medíocres, não saem da média, e jamais terão
opinião própria.
Enquanto, é claro, se encontrarem assim. Agora eu me pergunto, como pode um garoto
que brinca com Ioiô o tempo todo e se mostra acanhado perante outros
não estar compreendido entre o grande e o pequeno, o bom e o mau?

Por um
instante olhei dentro de seus olhos.
E eles me diziam: "Não sou criança"
Francamente, seus olhos demonstravam um
superavit de atenção.

Nano se escondia no seu 'eu', uma redoma que refinava sua
personalidade.
Olhava pouco, percebia menos.
Assim se concentrava no que era primordial.

Assim ele se foi. Reduziu-se à ausência.
Nano jamais foi uma criança.
Talvez fora uma consciência para uma sociedade corruptível.